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Por Gabriela Ribeti, TV Gazeta

 


 
 
Acusados de matar médica Milena Gottardi vão a júri popular

Acusados de matar médica Milena Gottardi vão a júri popular

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo manteve a decisão de levar a júri popular os acusados de matar a médica Milena Gottardi, nesta quarta-feira (17).

Milena foi morta em setembro de 2017, em uma suposta tentativa de assalto. O ex-marido de Milena, Hilário Frasson, está preso desde setembro do ano passado, acusado de ser o mandante do crime. Outras cinco pessoas também estão presas, acusadas de envolvimento no crime, entre elas, o pai de Hilário, Esperidião Frasson.

 
Médica Milena Gottardi Frassom — Foto: Arquivo PessoalMédica Milena Gottardi Frassom — Foto: Arquivo Pessoal

Médica Milena Gottardi Frassom — Foto: Arquivo Pessoal

Na audiência, o advogado de Hilário alegou falhas na investigação. O recurso da defesa foi negado. Os desembargadores mantiveram o júri popular e a prisão dos acusados até o julgamento. Os advogados de defesa afirmaram que vão recorrer mais uma vez.

 

Audiência

 

A audiência aconteceu na segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, em Vitória. Os familiares de Milena Gotardi acompanharam usando camisetas com foto da médica.

 
Audiência que julgou recurso de acusados de matar médica no Espírito Santo — Foto: Oliveira Alves/ TV GazetaAudiência que julgou recurso de acusados de matar médica no Espírito Santo — Foto: Oliveira Alves/ TV Gazeta

Audiência que julgou recurso de acusados de matar médica no Espírito Santo — Foto: Oliveira Alves/ TV Gazeta

A audiência foi necessária porque os advogados de defesa dos seis acusados entraram com recurso contra a decisão do juiz de enviar o caso para o júri popular.

O advogado assistente de acusação defendeu que existem indícios suficientes de autoria do crime, para manter o julgamento de todos os seis acusados.

Mas o advogado de defesa de Hilário Frasson, ex marido de Milena, apontou falhas na investigação e no recolhimento de provas.

A defesa de Speridião Frasson, pai de Hilário, alegou que a única prova contra Speridião é o depoimento do executor do crime e, por isso, ele não poderia ser julgado.

Mas o relator do processo, desembargador Adalto Dias Tristão, negou os recursos e decidiu pela manutenção do júri popular.

Os demais desembargadores acompanharam o voto do relator. Ele determinou a preferência absoluta desse processo, para que que o júri popular aconteça o mais rápido possível.

 

FONTE; G1

 Data de publicação - 18/04/2019 17:15:39



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